3ª EDIÇÃO DE PESQUISA SOBRE INVESTIMENTOS CORPORATIVOS

EM BENEFÍCIOS DE SAÚDE DETALHA PRÁTICAS E REVELA TENDÊNCIAS

 

Conduzido pela Vidalink, com o apoio da Deloitte, novo estudo traz percepção

dos gestores de RH sobre o valor agregado do benefício em medicamentos

 

 

A consolidação de algumas práticas corporativas é inconteste: a terceira edição da Pesquisa Vidalink de Benefícios em Saúde, realizada com o apoio da Deloitte, confirma que a oferta de cobertura médico-hospitalar é quase uma unanimidade e está presente em 99% das 140 empresas consultadas – organizações que, juntas, empregam mais de 700 mil pessoas e apresentam faturamento combinado de R$ 317 bilhões ou 14% do PIB nacional. O estudo aponta o benefício em alimentação como o segundo no ranking de ofertas (95%), seguido pelos planos odontológicos (84%). No tocante à assistência em medicamentos, a presença foi de 83%, com um nível de utilização de 55% – superior ao dos planos odontológicos (45%), sendo que, adicionalmente, uma abordagem qualitativa com gestores de RH sobre o valor agregado do benefício em medicamentos indicou boas oportunidades de evolução na área.

 

“O acesso ao medicamento tem enorme impacto na otimização dos investimentos em saúde. De nada adianta realizar a consulta médica e não ter condições para levar adiante o tratamento. Mais doente, o funcionário recorre a novas consultas ou mesmo internações, o que infla os índices de sinistralidade e gera aumento nos prêmios de assistência médica. Adicionalmente, o absenteísmo cresce, o que acaba por comprometer a produtividade e os resultados empresariais”, avalia Luis González, diretor executivo da Vidalink, empresa que lidera no Brasil o mercado de PBM – Programa de Benefícios em Medicamentos.“

 

Se o estudo proporciona uma visão geral dos investimentos corporativos em saúde, traz também uma perspectiva singular sobre a área de benefício em medicamentos, na qual convivem soluções que vão da simples parceria com uma única farmácia à contratação de empresas especializadas na gestão do benefício e na prestação de serviços capazes de otimizar os recursos destinados à saúde e à qualidade de vida do trabalhador. Além de aspectos quantitativos, a edição deste ano incluiu uma vertente qualitativa, buscando captar a percepção dos gestores de RH quanto ao valor agregado do benefício em medicamento.

 

Para determinar com precisão o patamar de concordância, os entrevistados puderam optar entre quatro níveis de resposta: concordo plenamente, concordo, concordo parcialmente, discordo. Na somatória das respostas afirmativas, praticamente a totalidade dos gestores (99%) concorda que o subsídio da empresa à compra de medicamentos reduz o nível de absenteísmo e aumenta a produtividade do funcionário. Quanto à medida contribuir para o aumento do nível de adesão ao tratamento medicamentoso, o índice de concordância atinge 100%. Não há sequer uma voz discordante no que diz respeito ao reconhecimento de que seria oportuno um incentivo fiscal para que as empresas pudessem melhorar a saúde de seus funcionários mediante subsídio para a compra de medicamentos.

 

Segundo a pesquisa, caso houvesse incentivo fiscal por parte do Governo, a exemplo do que ocorre com o PAT – Programa de Alimentação do Trabalhador, o nível de empresas dispostas a aderir ao subsídio mais do que duplicaram chegando a 82% das companhias pesquisadas.

 

Além de mapear que 83% do universo pesquisado adota algum tipo de benefício em medicamentos, a pesquisa verificou que 6% têm planos de implementar o sistema em uma das modalidades possíveis: rede de descontos (preços especiais para compras em farmácias); desconto em folha (crédito para dedução da despesa via holerite); subsídio (absorção de parte dos custos pelo empregador). A rede de descontos é o sistema mais utilizado (79%), seguido do desconto em Folha (63%) e do subsídio (36%) que, embora menos freqüente, é o mecanismo que na prática apresenta maior índice de adesão ao tratamento medicamentoso. “É paradoxal, pois o subsídio é um investimento com uma contrapartida relevante no que se refere à diminuição dos índices de sinistralidade e dos custos com internações e afastamentos”, pondera González, informando que o subsídio médio verificado na pesquisa foi de 51%.

 

Quanto à administração do benefício, 36% das empresas fazem a gestão internamente, acarretando um aumento indireto dos custos, uma vez que em 52% dos casos há o envolvimento de duas ou mais pessoas exclusivamente dedicadas à tarefa.  Luis González observa que a gestão especializada,  presente  em 39% das companhias consultadas, possibilita o acesso a relatórios de valor agregado, que ajudam na identificação de oportunidades para a diminuição de gastos com saúde. Mapear a adesão ao tratamento e identificar eventuais abusos são vantagens adicionais. O sistema propicia também um controle efetivo das patologias crônicas, monitorando a população que faz uso constante de determinadas medicações.

 

 

Sobre a Vidalink

www.vidalink.com.br

Líder brasileira no mercado de gestão de PBM – Programas de Benefícios em Medicamentos, a Vidalink oferece soluções customizadas que visam apoiar empresas e operadoras de planos de assistência médica na maximização do retorno dos investimentos em saúde. A companhia tem como acionistas o Grupo Martins, maior atacadista brasileiro, e a CVS/Caremark, principal fornecedora norte-americana de serviços na área de medicamentos, resultado da união entre dois gigantes – a maior rede de farmácias dos Estados Unidos e a empresa líder no segmento de PBM daquele país. A Vidalink está presente em 24 estados brasileiros e conta com uma rede de aproximadamente 4 mil farmácias, viabilizando o amplo acesso a medicamentos genéricos e de marca com preços diferenciados. A carteira de clientes inclui, entre outros, Ambev, Roche, Comgás e diversas Unimeds. A empresa é membro do PBMI – Pharmacy Benefit Management Institute (www.pbmi.com) e integra também a PCMA – Pharmaceutical Care Management Association (www.pcmanet.org), principal entidade norte-americana do setor de benefícios em medicamentos, sendo a primeira e única empresa de fora dos Estados Unidos a compor o quadro de associados das entidades.

 

 

 

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