BENEFÍCIO EM MEDICAMENTOS É FATOR CRÍTICO PARA MAXIMIZAR O RETORNO DOS INVESTIMENTOS CORPORATIVOS EM SAÚDE

 

Vidalink inova conceito de convênio-farmácia e oferece soluções para reduzir custos e melhorar a qualidade de vida

 

Conhecido pela sigla PBM, o mercado de Programa de Benefícios em Medicamentos – ou Pharmacy Benefit Management – está amadurecendo no país. Mais e mais empresas têm descoberto a importância da gestão estratégica desse mecanismo como alternativa para, sem comprometer a qualidade de vida dos funcionários, reduzir custos com assistência médica e minimizar o risco de uso indevido do benefício. O potencial do negócio não passou despercebido à Caremark, uma das maiores PBMs dos Estados Unidos. A companhia, que em 2004 movimentou US$ 25,8 bilhões em medicamentos, o que equivale a mais de 3,5 vezes o valor total de remédios vendidos no Brasil, associou-se há pouco mais de um mês à Vidalink, empresa que conta com investimentos do Grupo Martins, maior atacadista brasileiro, e do fundo de investimento LatinTech Capital.

 

A indústria de PBM surgiu nos Estados Unidos nos anos 80 e contabiliza atualmente vendas de mais de US$ 100 bilhões/ano. O número de beneficiários gira em torno de 57% da população dos EUA, o que equivale a um contingente de mais de 160 milhões de pessoas. O conceito chegou ao Brasil no final da década de 90 e, de mercado quase inexplorado, vem atraindo diversos players. Porém, o conceito tem sido equivocadamente generalizado.“Não se pode confundir um sistema estratégico de gerenciamento com um simples convênio-farmácia, afirma Luis González, diretor-executivo da Vidalink. “É certo que o sistema viabiliza desconto em folha e aplicação de subsídios, mas essa é apenas a ponta do iceberg. Segundo projeções da PricewaterhouseCoopers, as empresas de PBM proporcionarão nos Estados Unidos uma economia de US$ 1,3 trilhões em dez anos, o que demonstra o alcance da gestão inteligente do benefício”.

 

Em teoria, a assistência médica privada aumenta o nível de saúde dos funcionários e reduz custos para a empresa. Na prática, no entanto, a falta de condições financeiras para adquirir os medicamentos acaba comprometendo o benefício oferecido. “O medicamento se torna o calcanhar de Aquiles”, explica Pierre Schindler, também diretor-executivo da Vidalink. “Cria-se um círculo vicioso: sem o remédio, o funcionário fica mais doente e, conseqüentemente, utiliza com maior freqüência a assistência médica, inflando os índices de sinistralidade. Além disso, falta mais ao trabalho e compromete a produtividade e os resultados empresariais”.

 

Relação ganha-ganha

 

O PBM surge, então, como alternativa para combater os custos de não-adesão aos tratamentos medicamentosos, tanto por parte dos pacientes comuns quanto dos crônicos. Esses, embora representem 10% da população, são responsáveis por 65% dos gastos com saúde. Estudos demonstram que, do total de pacientes crônicos, 50% negligenciam o tratamento – e o custo intrínseco acaba sendo exponencialmente maior do que o valor dos próprios remédios.

 

Schindler observa que são vários os benefícios para todas as partes envolvidas – empresas, colaboradores, fabricantes de medicamentos, farmácias, planos de saúde e médicos. “É uma relação ganha-ganha. Funcionários têm acesso facilitado à compra de remédios, adquirindo condições financeiras para cumprir o tratamento prescrito pelo médico. Já os fabricantes e as farmácias incrementam seus negócios e fidelizam clientes, enquanto as corporações conseguem reduzir custos, minimizar uso indevido do benefício, aumentar a satisfação dos colaboradores, melhorar a produtividade e colocar em prática ações customizadas de medicina preventiva”. Para os médicos, que muitas vezes se frustram com a não-adesão ao tratamento, a boa notícia é que o PBM pode ser uma ferramenta avançada para acompanhar a evolução dos pacientes, como já ocorre na Europa.

 

No que diz respeito à gestão estratégica das informações, a Vidalink mantém contrato de exclusividade para utilização do sistema tecnológico líder nos Estados Unidos, desenvolvido pela McKesson. Trata-se da plataforma mais avançada do Brasil, que teve versão customizada para plena adequação às características e às necessidades do mercado local. Além de atendimento ágil, o sistema emite relatórios pormenorizados, permitindo análises que geram alto impacto nos negócios dos clientes.

 

Sobre a Vidalink - Líder brasileira no mercado PBM (Programa de Benefícios em Medicamentos), a Vidalink oferece soluções customizadas que visam apoiar empresas e operadoras de saúde na maximização do retorno dos investimentos em saúde. A empresa tem como acionistas a Caremark, uma das maiores empresas de PBM dos Estados Unidos; o Grupo Martins, maior atacadista brasileiro; e o fundo de investimento LatinTech Capital. Presente em 24 estados brasileiros, dispõe de rede com mais de 1900 farmácias e oferece ampla gama de produtos genéricos e de marca, a preços diferenciados. A carteira de clientes inclui, entre outros, Ambev, ABET (Associação Beneficente dos Empregados em Telecomunicações), Comgás e diversas Unimeds. Mais informações em www.vidalink.com.br.

 

Sobre a Caremark – Uma das maiores empresas de PBM (Programa de Benefícios em Medicamentos) dos Estados Unidos, a Caremark Rx, Inc oferece um abrangente serviço de benefícios em remédios para mais de 2 mil patrocinadores de benefícios de saúde e seus associados em todo o território dos Estados Unidos. A carteira de clientes inclui planos de saúde corporativos, medicina de grupo, seguradoras, sindicatos, agências governamentais e outros planos patrocinados. A empresa dispõe de ampla rede nacional de farmácias, com mais de 60 mil lojas credenciadas, além de sete operações de entrega pelo correio e da única operação do setor com re-embalagem de medicamentos aprovada pela FDA. Conta, ainda, com 21 farmácias especializadas em remédios de alto custo para tratamento avançado de pacientes com doenças crônicas ou genéticas. Mais informações em www.caremarkrx.com.

 

 

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